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VERINHA THINKS ABOUT TRAVELING TO BRAZIL… BUT HOW TO DO IT?… VERINHA PENSA EM VIAJAR AO BRASIL… UMA POSSIBILIDADE, ENFIM…

 

Gente, resolvi escrever aqui QUALQUER COISA! Sim, para quebrar o bloqueio em escrever…

Bem, vou postar uns links para o teste de personalidade baseado na tipologia de Jung que eu fiz e gostei muito. Existe a versão em inglês e também uma em português.

Vou colocar os links:

Versão em português:

http://www.inspiira.org/

English Version (personality’s test):

http://www.mypersonality.info/personality-types/

E esta a minha página de acordo com o meu tipo de personalidade, a saber o INFJ.

Click to view my Personality Profile page
Façam também, vale a pena!!!



SOBRE UMA POSSÍVEL VIAGEM AO BRASIL… PERSISTE A ETERNA DÚVIDA NÃO EQUACIONADA…


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Pimbolinha já sabia que a mamãe iria partir…(29/09/2005)

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Aeroporto de Munique, München Flughafen, 01/10/2005

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Aeroporto de Frankfurt, super-organizado, ótimo para quem tem fobias de aeroportos e aviões… (rir pra não chorar)

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Pôxa, sinto falta do metrô em Donauwoerth (este é o de minha fantastic and chaotic city)… a minhoca eletrônica,como era o lance da Helga? risos…

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Um importante e inesquecível almoço familiar. Saudades de mamãe e titia… (mamãe completou 87 anos e titia 92, neste ano… mamãe é a que olha para a câmara, com o rosto virado… bons tempos perto do que ela vive hoje…) Haviam mais pessoas na mesa, mas quando bati a foto já haviam saído.

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O velho notebook, meu contato com vocês durante aquela viagem… o Luis me ligava bastante, o Cesar também estava sempre em contato…

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E aquele que seria talvez a única pessoa a me fazer ir amanhã mesmo ao Reisebüro comprar os tickets para a viagem ao Brasil… meu amado Stefaninho!♥ ♥ ♥

 

Postei em algum espaço orkutiano… (e vou colocar aqui com algumas adaptações, o texto ficou estranho… é sobre minhas impressões de minha pátria amada brasil, e eu havia escrito num determinado contexto, estava meio deprê.)

(….) mas ainda não tenho vontade… o que lá encontrarei não é aquilo que um dia fora tão valioso pra mim… não vou rever meu Stefaninho… por ele eu iria, já teria ido, nossa… ele era tudo o que eu gostaria de encontrar no Brasil… nos últimos tempos era ele que praticamente me empurrava pro avião em nossas viagens. Era ele que ficava todo alegre quando íamos à agência de viagens comprar tickets… ele que tanto sonhara com a viagem de 2005… e que um dia, já doente, com os olhos lacrimosos, perguntou-me se ainda voltaria a viajar ao Brasil, como que pressentindo que não mais iria.. e a partir dos eventos que se seguiram após esta sua antevisão dos fatos, muita coisa deixou de ter sentido pra mim.

O meu último e forte vínculo com o brasil era meu amado Stefan. Sem a sua presença, sinto-me como que abortada numa terra estranha, que não reconheço mais… tal qual aquela „viagem“ alucinante pelo Google Earth, na qual você visualiza o globo terrestre girando, e de repente tudo para… e a partir daí você vê a Terra se aproximando mais e mais, numa velocidade incrível, como se estivesse sendo arremessado do espaço para um determinado ponto no planeta Terra… e quando vê está lá… a quilömetros e quilômetros de distância, em algum lugar… „está lá“.

Quando aterrizei em Sampa, na primeira noite fiquei sozinha naquela velha casa que não mais reconhecia como minha… estranhando tudo, assustada com tudo… chorando a ausência de meu amado Stefan a cada gaveta que abria e encontrava os objetos que ele havia comprado especialmente para a nossa viagem daquele ano… não sei como consegui dormir, e quando acordei… desespero, pânico, estranhamento… ONDE ESTOU?… Senti exatamente aquela sensação de ter caído do espaço num local que não me pertencia, que não tinha mais nada a ver comigo… longe, longe de tudo… longe do meu centro.

(………) foi assim que me senti em minha última viagem, sem meu amor… clamando por sua presença em vão, perambulando sozinha pelas ruas, shoppings, metrôs, cinemas, pois não havia ninguém para me acompanhar… com o rosto constantemente banhado em lágrimas, que não respeitavam regras e me acompanhavam por todos os recantos por onde eu vagava… quantas vezes estive nos mesmos restaurantes que costumava freqüentar acompanhada por Stefan (normalmente de shoppings)… e punha-me a conversar com ele, oferecendo-lhe a cadeira, como se ele lá estivesse… Querendo tanto acreditar nisto! Beijando sua foto cada vez que abria minha carteira… (a mesma que coloquei na minha página „A love letter to my darling Stefan“)

E afinal… não encontrei nada de que tanto carecia… um ombro amigo, um colo, NICHTS. Já no quinto dia queria voltar correndo pra cá corroída por dilacerantes saudades de meus Pimbols… pois carinho eles me dão sempre… não podia contar nem com o colinho dos meus filhos felinos, que certamente também sentiam muito a falta da mamy a 10.000 quilômetros de distância…

(…………………………………….)

Com a partida de Stefan foi-se todo o meu sonho verde e amarelo, tudo o que ainda me ligava à minha amada Sampa… embora Stefan reclamasse da poluição… ele chiava, mas saía sozinho pela cidade pra bater fotos do centro, da Estação da Luz… conversava com camelôs e curtia o povo paulista, principalmente os humildes, os excluídos.

Se eu soubesse que lá viria a reencontrar meu Stefan, minha passagem seria pra ontem… eu pagaria business class e me pirulitava pra lá correndo… haveria de encontrar quem cuidasse de nossos filhos felinos… mas sei que isto não é factível… o que me espera pelos lados de lá é um incomensurável vazio, mundos mortos… RUÍNAS.

Uma casa onde ainda ouço os desesperados miados de meu filho perdido (meu gatinho Tico) e ainda sinto a presença de meu Stefan em cada canto daquela morada que também passara a ser dele…

Bem, mas isto se ainda tivesse uma casa… hoje só resta um espaço destruído, onde nada mais encontro daquilo que um dia fora o meu refúgio, o meu porto seguro. Daquilo que significara toda minha vida pregressa.

Bem, queria escrever QUALQUER COISA, saiu isto… não agüentava mais ver a mesma Eintrag de meses!!!!!!!!!!!!! Do inverno ainda?

Beijos,

Verinha Rath.

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JUST MOMENTS… NUR AUGENBLICKEN… APENAS INSTANTES…

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Após a segunda guerra mundial, abril de 1945: Donauwörth destruída pela guerra.

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Anos depois, Donauwörth renasce das cinzas, uma linda cidade, um misto do antigo e do novo, da tradição de uma ex-monarquia independente e de uma pequena e charmosa cidade em pleno desenvolvimento.

Verinha Rath, uma excêntrica mulher, devidamente protegida contra os nefastos raios de sol…

Assim como esta cidade eu também me havia convertido em cinzas, e agora renasço para a vida em sua simplicidade, curtindo aqueles momentos em que sinto prazer por estar viva… pensei que isto não mais fosse possível… (foto batida por Monika, esta é a bicicleta dela)

Eu, num auto-retrato improvisado, assim como o outro em que estou sem a bicicleta. Notem as marcas de expressão, abaixo da boca… eu poderia corrigir isto com o Photoshop, aliás fiz outra versão sem… risos… mas aí também está escrita a história de minha vida.

Eletrônicos, minha grande paixão… um drink pra recarregar a bateria… ahahahahahah (eu recebi esta surpresa quando comprei minha Estação Metereológica por satélite… juro que no começo acreditei que fosse algum combustível perigosíssimo…ahahahahahah… pois eu sempre creio no que leio… )

E por trás de tudo, em background, sempre o meu grande inspirador, aquele que está por trás desta redescoberta para a vida: meu amado Stefan, meu amor, meu eterno namorado. Nova versão do slide escaneado, mas em tamanho pequeno não ficou legal.

O texto escrevo quando tiver inspirada… no momento não consigo ficar muito centrada em nada, parece que vivo várias realidades ao mesmo tempo, mas não pouso em lugar nenhum…

… Característica de meu signo, segundo uma amiga astróloga.

Beijos,

Verinha Rath.